Wednesday, January 11, 2012
USP sob coturnos
Com o pretexto de policiamento ostensivo, criou-se um clima de intimidação e perseguição aos estudantes 'subversivos': a USP parece reviver a ditadura militar! Quantos conflitos mais serão necessários até tirar esses milicos do campus?
http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/agencia/2012/01/09/pms-envolvidos-em-agressao-a-estudante-sao-afastados.jhtm
http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=iNAolrMSioU
http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/agencia/2012/01/09/pms-envolvidos-em-agressao-a-estudante-sao-afastados.jhtm
http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=iNAolrMSioU
Saneamento voltou a ser prioridade
O Estado do Rio Grande do Sul, através da CORSAN e em parceria com o Governo Federal e os municípios, está empreendendo o maior plano de investimento em saneamento dos últimos 25 anos, com perspectiva de chegar a 3 bilhões de reais só nesta gestão. O prefeito de São Borja e presidente da FAMURS diz que nada está sendo feito, o que demonstra sua má fé e comprometimento com interesses escusos. Claro que o poder público não pode competir com a 'mala preta' que aliciou Sanchotene Felice e tenta mais alguns, mas os gestores municipais éticos e que não aceitam entregar nossa água às transnacionais já estão sendo recompensados com muitas obras em suas cidades, como Cachoeira do Sul, Canoas, Santa Maria, Santo Ângelo e tantas outras!
Thursday, December 16, 2010
Objetivos programáticos estratégicos do governo Tarso
- Desenvolvimento econômico e social direcionado para o combate às desigualdades sociais e regionais. Inovação, qualidade, ciência e tecnologia;- Sistema inédito de controle e participação popular cidadã;
- Rio Grande do Sul centro do Mercosul: político, econômico e de políticas de coesão;
- Rio Grande do Sul, exemplo de políticas públicas, de proteção social e de combate à miséria;
- Rio Grande do Sul, exemplo de transparência e combate à corrupção. Diálogo social ampliado e qualificação do espaço da política;
- Consolidação da coalizão. Transversalidade e Integração (partidos e Casa Civil);- Organização do Governo: estrutura, controle e participação popular cidadã (Secretaria Geral; CDES; Secretaria de Planejamento; Gabinete; Casa Civil);- Elaboração de projetos que necessitam investimentos e busca de financiamentos;
- Qualificação da máquina: diálogo permanente com os servidores. Concursos e salários; – Relação permanente e qualificada com a Assembléia como instituição e com os deputados e suas bancadas
A ‘máquina pública’ são pessoas que responderão melhor se qualificadas e, evidentemente, cobradas por resultados. O serviço público deve ser cada vez mais profissional, composto principalmente por funcionários do quadro. Os cargos de confiança devem ser restritos a funções estratégicas, de direção. Não há sentido milhares de posições serem alteradas a cada novo governo, provocando descontinuidade e desperdício de recursos públicos. Gestão pública deve ser carreira que exija formação e experiência. Enfim, a posse de um novo chefe do executivo não deve obrigar a substituições de todas as chefias meramente para atender vontades localizadas que não sejam de interesse público.
http://www.rs13.com.br/?p=1531#more-1531
- Rio Grande do Sul centro do Mercosul: político, econômico e de políticas de coesão;
- Rio Grande do Sul, exemplo de políticas públicas, de proteção social e de combate à miséria;
- Rio Grande do Sul, exemplo de transparência e combate à corrupção. Diálogo social ampliado e qualificação do espaço da política;
- Consolidação da coalizão. Transversalidade e Integração (partidos e Casa Civil);- Organização do Governo: estrutura, controle e participação popular cidadã (Secretaria Geral; CDES; Secretaria de Planejamento; Gabinete; Casa Civil);- Elaboração de projetos que necessitam investimentos e busca de financiamentos;
- Qualificação da máquina: diálogo permanente com os servidores. Concursos e salários; – Relação permanente e qualificada com a Assembléia como instituição e com os deputados e suas bancadas
A ‘máquina pública’ são pessoas que responderão melhor se qualificadas e, evidentemente, cobradas por resultados. O serviço público deve ser cada vez mais profissional, composto principalmente por funcionários do quadro. Os cargos de confiança devem ser restritos a funções estratégicas, de direção. Não há sentido milhares de posições serem alteradas a cada novo governo, provocando descontinuidade e desperdício de recursos públicos. Gestão pública deve ser carreira que exija formação e experiência. Enfim, a posse de um novo chefe do executivo não deve obrigar a substituições de todas as chefias meramente para atender vontades localizadas que não sejam de interesse público.
http://www.rs13.com.br/?p=1531#more-1531
Thursday, October 14, 2010
Tradição de proprietários
A fome de poder trouxe de volta a essas eleições a difamação e a intolerância. É inacreditável que muitos daqueles que combateram a ditadura militar sejam responsáveis por esse clima fascista. Nojo, muito nojo disso tudo. Até quando suportar isso?
Thursday, September 16, 2010
O voto do futuro começa AGORA!
Chega dessa loucura!
Quando vamos dar atenção para as coisas realmente importantes? Quais são as propostas reais, concretas, de nossos candidatos? De acusações e promessas vagas ou mirabolantes já estamos cheios!
Alguém discorda que a maior URGÊNCIA, a maior prioridade de todas é a EDUCAÇÃO? Por que então os professores tem hoje um salário menor do que há 30 anos? Por que os melhores alunos não querem mais ingressar na carreira do magistério? Por que nossas instituições financeiras são luxuosas enquanto nossas escolas estão caindo aos pedaços - lugares desagradáveis que a maioria não gosta de frequentar? Sinais da nossa decadência?
Bilhões para isso, bilhões para aquilo, mas nossas crianças e jovens continuam saindo dos educandários quase tão ignorantes e pouco cidadãs como entraram!
Como podemos desperdiçar tempo, talento, recursos, com frivolidade e mesquinharia, quando temos uma hercúlea e imprescindível tarefa pelas próximas DÉCADAS se quisermos ter uma nação minimamente decente e digna?
Continuamos condenando gerações à mediocridade, à apatia, à indiferença, ao egoísmo, ao crime, enquanto brigamos por vaidades.
Por que alguns privilegiados podem levar seus filhos a poucas escolas ‘menos ruins’ enquanto a maioria dos alunos não consegue sequer uma semana completa de aulas? Até quando vamos suportar isso? Até quando vamos ACEITAR essa infâmia calados?
Nossos filhos estão quase robotizados por diversão alienante ou consumismo desenfreado: será que perdemos a capacidade de seduzi-los para o prazer de PENSAR e APRENDER?
Nossas escolas devem se tornar centros de conhecimento, de cultura, e não quartéis de adestramento. Precisamos de muita matemática, geografia e ciência, mas também necessitamos de dança, teatro, música, literatura, informática, artes, línguas, esportes, ecologia, cidadania, empreendedorismo, saúde, direitos, higiene e muito mais...
A obrigação legal de enviarmos TODAS as crianças e adolescentes às escolas é um direito que será exigido pelos jovens, desejosos em freqüentar ambientes prazerosos, onde se aprenderá até brincando, onde todos serão bem vestidos, alimentados, queridos e estimulados a pensar e aprender.
Claro que a educação começa desde o nascimento, em casa, na família – e quem não cresce em um meio acolhedor parte de enorme desvantagem e aí temos sim que intervir, apoiar, amparar nossas crianças frutos de ambientes desajustados. E a escola é, desde o jardim de infância, espaço coletivo de socialização, esfera de ação pública – não só estatal – que além de um direito, é dever de todos lutarmos para levá-la a um padrão de MÁXIMA qualidade.
É isso que tínhamos que estar tratando o TEMPO TODO! Que escolas queremos? O que estamos ensinando aos nossos filhos? O que deveríamos ensinar? O que queremos legar como herança cultural às próximas gerações? Que entretenimento sadio proporcionamos aos nossos filhos – apenas games e correlatos? Estamos abrindo mão da leitura, da literatura de qualidade, dos clássicos, da filosofia em troca do quê?
Isso é tão óbvio e tão claro – como conseguimos esquecer disso o tempo todo? Como nos permitimos passar um dia que seja sem fazer pelo menos um esforço na construção da SALVAÇÃO da nossa sociedade?
Acordemos, porque tarde já é. Não podemos recuperar o tempo perdido, mas precisamos minimizar o prejuízo. Não podemos fazer um novo começo, mas temos que construir muitos bons finais...
Quando vamos dar atenção para as coisas realmente importantes? Quais são as propostas reais, concretas, de nossos candidatos? De acusações e promessas vagas ou mirabolantes já estamos cheios!
Alguém discorda que a maior URGÊNCIA, a maior prioridade de todas é a EDUCAÇÃO? Por que então os professores tem hoje um salário menor do que há 30 anos? Por que os melhores alunos não querem mais ingressar na carreira do magistério? Por que nossas instituições financeiras são luxuosas enquanto nossas escolas estão caindo aos pedaços - lugares desagradáveis que a maioria não gosta de frequentar? Sinais da nossa decadência?
Bilhões para isso, bilhões para aquilo, mas nossas crianças e jovens continuam saindo dos educandários quase tão ignorantes e pouco cidadãs como entraram!
Como podemos desperdiçar tempo, talento, recursos, com frivolidade e mesquinharia, quando temos uma hercúlea e imprescindível tarefa pelas próximas DÉCADAS se quisermos ter uma nação minimamente decente e digna?
Continuamos condenando gerações à mediocridade, à apatia, à indiferença, ao egoísmo, ao crime, enquanto brigamos por vaidades.
Por que alguns privilegiados podem levar seus filhos a poucas escolas ‘menos ruins’ enquanto a maioria dos alunos não consegue sequer uma semana completa de aulas? Até quando vamos suportar isso? Até quando vamos ACEITAR essa infâmia calados?
Nossos filhos estão quase robotizados por diversão alienante ou consumismo desenfreado: será que perdemos a capacidade de seduzi-los para o prazer de PENSAR e APRENDER?
Nossas escolas devem se tornar centros de conhecimento, de cultura, e não quartéis de adestramento. Precisamos de muita matemática, geografia e ciência, mas também necessitamos de dança, teatro, música, literatura, informática, artes, línguas, esportes, ecologia, cidadania, empreendedorismo, saúde, direitos, higiene e muito mais...
A obrigação legal de enviarmos TODAS as crianças e adolescentes às escolas é um direito que será exigido pelos jovens, desejosos em freqüentar ambientes prazerosos, onde se aprenderá até brincando, onde todos serão bem vestidos, alimentados, queridos e estimulados a pensar e aprender.
Claro que a educação começa desde o nascimento, em casa, na família – e quem não cresce em um meio acolhedor parte de enorme desvantagem e aí temos sim que intervir, apoiar, amparar nossas crianças frutos de ambientes desajustados. E a escola é, desde o jardim de infância, espaço coletivo de socialização, esfera de ação pública – não só estatal – que além de um direito, é dever de todos lutarmos para levá-la a um padrão de MÁXIMA qualidade.
É isso que tínhamos que estar tratando o TEMPO TODO! Que escolas queremos? O que estamos ensinando aos nossos filhos? O que deveríamos ensinar? O que queremos legar como herança cultural às próximas gerações? Que entretenimento sadio proporcionamos aos nossos filhos – apenas games e correlatos? Estamos abrindo mão da leitura, da literatura de qualidade, dos clássicos, da filosofia em troca do quê?
Isso é tão óbvio e tão claro – como conseguimos esquecer disso o tempo todo? Como nos permitimos passar um dia que seja sem fazer pelo menos um esforço na construção da SALVAÇÃO da nossa sociedade?
Acordemos, porque tarde já é. Não podemos recuperar o tempo perdido, mas precisamos minimizar o prejuízo. Não podemos fazer um novo começo, mas temos que construir muitos bons finais...
Saturday, April 24, 2010
Ficha (e consciência) limpa.

A proposta de Lei da Ficha Limpa – subscrita por um milhão de eleitores - foi efusivamente recebida pelo presidente da Câmara Federal, Michel Temer, conforme se vê ao lado. Puro teatro, pois o astuto político impediu a votação da proposta. O que pode evidenciar mais ainda a profunda crise de legitimidade de nossas instituições políticas? O Congresso Nacional do Brasil deveria ser a caixa de ressonância da vontade popular, o supremo Templo da Democracia, mas constatamos que suas preocupações cotidianas priorizam os interesses corporativos, os pequenos favores, as verbas destinadas aos ‘currais’ eleitorais, as benesses pessoais (as famosas ‘mordomias’) e, claro, a próxima (re)eleição. Montesquieu (1748) nunca foi tão atual: “Os políticos gregos, que viviam no governo popular, só reconheciam uma força capaz de mantê-los: a força da virtude. Os políticos atuais só nos falam de manufaturas, de comércio, de finanças, de riquezas e até de luxo.”
Essa situação permite que o Congresso não se digne sequer a votar um projeto de iniciativa popular com um milhão de assinaturas. Não é a primeira vez que o parlamento dá às costas à opinião pública em momentos de grande mobilização social. Vimos recentemente, por ocasião da enxurrada de denúncias contra o presidente do senado, José Sarney - que gerou uma onda de repúdio nacional – a impavidez (ou seria cara-de-pau?) que o octogenário político (sem dúvida, um dos ‘donos do Brasil’) permaneceu agarrado à poderosa cadeira, tal como um rei ao seu trono.
Mas nada supera o momento de maior dissintonia dos políticos com a vontade do povo ao calar as vozes de dezenas de milhões de pessoas nas ruas na campanha das Diretas Já, rejeitando a volta das eleições presidenciais em 1984 – e por ironia do destino, a Presidência da República acabou caindo no colo de Sarney, até meses antes chefe do partido que sustentou a ditadura militar.
Há pouco tempo também foi noticiado que o deputado Paulo Maluf pode ser preso se visitar algum dos 180 países abrangidos pela Polícia Internacional: o único lugar que ele pode ficar solto é aqui! A impunidade gera um descrédito muito grande na atividade política, um desalento que vai minando a crença da população de que a democracia é o melhor caminho para a sociedade. Em ambientes assim podem prosperar ‘salvadores-da-pátria’, demagogos cujo discurso fácil promete facilidades impossíveis de se obter inclusive em um regime de força.
Mesmo que pareça que o Brasil já tenha atingido um patamar mínimo de maturidade que descarta soluções mágicas, não podemos ignorar a possibilidade de retrocessos políticos. Necessitamos fortalecer as instituições e para isso a reforma política é imprescindível.
A constituinte de 1988 não conseguiu empreender todas as mudanças almejadas porque a tarefa coube ao mesmo Congresso forjado na ditadura militar. Para garantir seu domínio político, o regime dos generais ‘amansou’ o parlamento nacional, não só através das cassações, como pela concessão das famosas ‘mordomias’ e a imposição de uma representação distorcida da população, privilegiando os rincões onde a então Arena tinha mais força.
É evidente que aqueles que usufruem de privilégios injustos não queiram espontaneamente abrir mão deles. Portanto, uma constituição feita por esse Congresso viciado desde a origem não pode representar todos os anseios do povo brasileiro. É necessário, então, que seja convocada uma Assembléia Nacional Constituinte Exclusiva, cujos membros tenham como tarefa única a elaboração da Carta Magna de nosso país.
Friday, August 21, 2009
Questão social ainda é tratada como caso de polícia

O Iraque é aqui
Mais um sem-terra é assassinado pela Brigada Militar. Por que tanta pressa em arrastar pessoas de cima de um pedaço de terra? Não há nada mais importante para a ação da polícia e da justiça? Bilhões de reais são surrupiados enquanto milhões de pessoas morrem de fome, mas meia dúzia de miseráveis não podem ficar em uma fração ínfima das terras brasileiras. Pobre elite cada vez mais execrada deste país, que é também um pouco enterrada com o corpo deste e de tantos outros lutadores.
Sunday, June 21, 2009
“Boicote às CPIs facilitou a corrupção” , disse Senador Simon
“Boicote às CPIs facilitou a corrupção” *
“ Há um artigo da Constituição - talvez o mais fundamental para se dizer que há democracia no País e que o Parlamento tem autonomia - que determina que a minoria tem direito de pedir e constituir uma CPI.
A minoria tem o direito de criar uma CPI, tem o direito de fazer com que ela se instale, com que ela seja debatida, com que o assunto venha ao conhecimento da opinião pública. "
Pedro Simon
* Título da publicação dos pronunciamentos do senador gaúcho
“ Há um artigo da Constituição - talvez o mais fundamental para se dizer que há democracia no País e que o Parlamento tem autonomia - que determina que a minoria tem direito de pedir e constituir uma CPI.
A minoria tem o direito de criar uma CPI, tem o direito de fazer com que ela se instale, com que ela seja debatida, com que o assunto venha ao conhecimento da opinião pública. "
Pedro Simon
* Título da publicação dos pronunciamentos do senador gaúcho